Header Ads

5 filmes para celebrar o Dia da Visibilidade Trans



Hoje celebramos o decimo ano do Dia Internacional da Visibilidade Trans, nas redes sociais como Twitter e Instagram a tag #transdayofvisibility ganhou destaque com pessoas trans publicando selfies cheias de orgulho em alusão a data. Por aqui vamos comemorar a data listando 5 filmes que abordam o universo T e trazem representatividade e uma boa reflexão sobre o tema. Prepara a pipoca e bom filme!

1. "America in Transistion" estreou no festival de cinema em Sundance antes de aterrissar na plataforma de streaming Revry, com produções exclusivas para o público LGBTQ+ . O diretor André Perez aborda os problemas enfrentados pelas pessoas transgênero de cor, da detenção de imigrantes, o serviço militar, até a vida em partes conservadoras dos Estados Unidos. Em essência, a mostra confronta a questão de pessoas marginalizadas dentro de comunidades marginalizadas. Ele será exibida para coincidir com o Dia de Visibilidade Trans deste ano em 31 de março. A plataforma é paga, mas você pode testar grátis por alguns dias.



2. "Uma mulher fantástica" foi o primeiro filme estrelado por uma pessoa trans a ganhar um Oscar. O longa levou a estatueta de melhor filme estrangeiro em 2018.  A produção fala sobre uma mulher transgênero buscando justiça após a morte de seu namorado de longa data. A atriz principal, Daniela Vega, também se tornou uma estrela genuína por seu desempenho destemido e dinâmico, que exigiu que ela realizasse aulas de ópera, dublês e cenas de nudez. Hilário e genuinamente comovente, "A Fantastic Woman" é considerado um dos melhores filmes já feitos com uma protagonista transgênero.



3.  "A morte e a vida de Marsha P. Johnson", a produção disponível no Netflix  discute sobre a polêmica morte da ativista Marsha P. Johnson, em 1992. Um das principais personagens que impulsionaram a Revolta de Stonewall em 28 junho de 1969 – evento que deu origem ao Dia do Orgulho LGBT.  

Marsha  foi encontrada morta no rio Hudson, em 1992, na época, a polícia concluiu que o caso se tratava de um suicídio. Companheiros de ativismo e pessoas próximas a Marsha, no entanto, nunca acreditaram nessa versão. Vinte e cinco anos depois, o filme dirigido por David France apresenta novas informações sobre o caso.




4. "Meu Nome é Ray" de 2016 tem no elenco a maravilhosa Elle Fanning, ela interpreta Ramona, uma jovem de 16 anos que sonha em se libertar de seu corpo feminino. A personagem vive um drama quando sua mãe, interpretada por Naomi Watss, precisa pedir autorização de seu pai para que ele possa iniciar o tratamento hormonal. Pai este praticamente ausente em sua vida e já com uma nova família.




5. "Tangerine" é mais uma das produções disponíveis na Netflix , o drama muito indie fala sobre um par de transgêneros prostitutas trabalhando em Hollywood. Sin-Dee (Kitana Kiki Rodriguez) acaba de sair da prisão e descobre que seu cafetão / namorado começou a viver uma mulher cisgênero. Sin-Dee se una a amiga Alexandria (Mya Taylor), uma aspirante a cantora, para rastrear o namorado e sua nova namorada. Exatamente quando parece que o filme não poderia ficar mais ridículo, ele toma um rumo sombrio e comovente, sondando as profundezas da amizade de Alexandra,  Sin-Dee e a vida cruel que as trabalhadoras do sexo enfrentam. Feito com um orçamento apertado e filmado em três iPhones,  "Tangerine" tem uma aridez e uma verossimilhança que poucos filmes podem reivindicar.