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Pastor anti-LGBTQ renuncia após escândalo com prostitutas

Pastor Donnie Romero da Igreja Batista Stedfast, no Texas

Donnie Romero, pastor da Igreja Batista Stedfast, ganhou as manchetes dos jornais em 2016, quando celebrou a morte de LGBT's durante o massacre na boate Pulse. No último dia 2 de janeiro ele voltou aos holofotes, mas dessa vez devido seu pedido de demissão da Igreja,  o motivo: escândalos sexuais.

Romero admitiu ser “um marido e pai terrível":  "Eu sou o culpado nessa situação. Eu amo a Stedfast Baptist Church. Eu amo minha família. Esta é a melhor decisão para minha família. ” disse à congreação durante sua renúncia ao cargo de pastor. "Eu não tenho governado bem a minha casa", afirma.

Pouco depois, o pregador, Steven Anderson, subiu ao altar e revelou o motivo do afastamento de Romero aos fiéis; "o principal pecado envolvido era estar com prostitutas, e também havia maconha e jogos de azar". O momento foi gravado e o vídeo em inglês está disponível no Youtube.



Ódio contra os LGBTQ+

Em 2016, Romero chocou os Estados Unidos com seu discurso deplorável após o tiroteio em massa na boate Pulse. Na época, Omar Mateen, americano de origem afegã abriu fogo dentro da boate e matou 49 pessoas.

O então, pastor Donnie Rommeo, chocou o país ao comemorar as mortes: "Esses 50 sodomitas são todos pervertidos e pedófilos, e eles são a escória da terra, e a terra é um lugar um pouco melhor agora", disse Romero na época. 

“E vou dar um passo além, porque ouvi no noticiário hoje que ainda há várias dúzias desses queers na UTI e na terapia intensiva. E eu vou orar a Deus como fiz esta manhã, eu farei isto hoje à noite, eu orarei para que Deus termine o trabalho que aquele homem começou, e ele acabará com a vida deles, e amanhã de manhã todos eles estarão queimando inferno, assim como o resto deles, para que eles não tenham mais oportunidade de sair e machucar crianças pequenas", afirmou.