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Assassino de Plínio Henrique é preso, mas nega homofobia

Fúvio Rodrigues de Matos, de 32 anos, confessou o crime


A Polícia Civil de São Paulo prendeu na quarta-feira, 26, Fúvio Rodrigues de Matos, de 32 anos, o cozinheiro confessou o crime mas negou que a motivação tenha sido homofobia. As câmeras ajudaram a reconhecer o assassino, mas não gravaram o momento exato do crime. Três testemunhas reconheceram Fúvio como sendo o criminoso. 

Segundo o marido de Plínio, o suspeito teria ameaçado a vítima e um grupo de amigos que estava com ele, "gays têm de morrer" teria dito Fúvio ao grupo. O acusado por sua vez nega que tenha sido um caso de homofobia. 

Plínio Henrique, 30 anos era cabeleireiro e completa a renda fazendo bicos como garçom


O CRIME

Plínio Henrique, 30 anos, o companheiro e mais dois amigos estavam na Av. Paulista em São Paulo, na última sexta-feira, 21, quando foram surpreendidos pelo criminoso, Fúvio Rodrigues que xingou o grupo com ofensas homofóbicas, 'seus bichinhas etc', e no final falou ainda: 'gays têm de morrer', como declararam as testemunhas.

Nesse momento, três integrantes do grupo partiram para cima do assassino que puxou um canivete e esfaqueou a vítima no peito. O cabeleireiro foi levado ao Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

"Para mim é difícil, muito difícil porque o Plínio era tudo para mim. Mas o que a gente quer mesmo é justiça. E espero que seja feita. Espero não, vai ser feita", contou Anderson de Souza Lima, marido de Plínio em entrevista ao G1.

Plínio Henrique segue preso, enquanto estão sendo finalizadas as investigações. O criminoso deverá ser indiciado pelos policiais por homicídio qualificado por motivo fútil. Para a investigação, o cozinheiro matou o cabeleireiro após discussão motivada por homofobia.