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“Bixa Travesty”, documentário sobre Linn da Quebrada é premiado em festival europeu


“Bixa Travesty acaba de ganhar o prêmio de melhor documentário no Teddy Award. É o prêmio de todas as monas!!! A Europa é nossa bbys!!!”, publicou Linn da Quebrada em sua página no Faceook em comemoração ao prêmio que ganhou na sexta-feira, 23, na Mostra Panorama do Festival de Berlim. 

Na categoria criava exclusivamente para produções de temática LGBT a maior premiação foi para a brasileira. Dirigido por Kiko Golfman e Claudia Priscilla (Panorama), o documentário mostra uma artista que se define bicha, trans, preta e periférica. Nem ator, nem atriz, atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero. A obra engrandece o discurso de Linn, sobre autoderminação, resistência, os questionamentos, desconstruções e construções. 

Atualmente Linn está em turnê e apresenta a "Trava Tour" na Holanda, Portugal e Alemanha. Na França, além de cantar seus maiores sucessos, ela fará uma performance no desfile da marca Neith Nyer, do estilista brasileiro Francisco Terra. O trailer do documentário premiado, você confere aqui:

 


"Bixa travesty" não foi a única produção brasileira, premiada no Festival de Berlim, o filme brasileiro “Tinta Bruta”, com direção de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, recebeu o prêmio de Melhor Ficção no Teddy.



O longa conta a história do jovem Pedro (Shico Menegat), respondendo a um processo criminal ao mesmo tempo em que precisa lidar com a mudança da irmã, sua única amiga. Como forma de catarse, ele assume o codinome GarotoNeon e passa a se apresentar anonimamente na internet dançando nu na escuridão do seu quarto, coberto apenas por uma tinta fluorescente.

Tanto "Bixa Travesty", quando "Tinta Bruta" ainda não têm previsão de estreia nos cinemas brasileiros.