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Tratamento estético que chegará ao Brasil é uma opção para pacientes com HIV

Soropositivos, que sofrem com atrofiação e perda de volume facial, poderão contar com o novo preenchedor ELLANSÉ


Embora a tecnologia para o tratamento dos soropositivos tenha evoluído bastante, principalmente nas duas últimas décadas, muito pouco se fala da questão estética, tão importante para a manutenção da autoestima do paciente. Nesse sentido, uma das principais dúvidas, é que tipo de procedimento pode ser realizado, sobretudo, que não conflite com as drogas ingeridas para o controle da doença.

Uma das principais inovações é o uso de preenchedores faciais. Dentro os sintomas apresentados por quem contraiu o vírus HIV, o rápido emagrecimento é um verdadeiro algoz da boa aparência. “Geralmente, o indivíduo apresenta atrofiação e perda do volume facial”, explica João Nardo, gerente de qualidade e regulamentação da Sinclair Pharma, empresa internacional de dermatologia estética.

Segundo o especialista, o ELLANSÉ®, preenchedor da marca, ainda em fase de autorização, desembarca no Brasil no início de 2018 e promete revolucionar o tratamento estético para este grupo. “A nossa proposta é trazer de volta a autoestima do paciente. Com uma expectativa de vida cada vez maior, devido ao aprimoramento da medicina, bem-estar e beleza devem estar juntos nessa caminhada”, reitera.

O ELLANSÉ® restaura o volume e redefine os contornos do rosto, além de ser uma excelente alternativa para a redução de rugas e marcas de expressão que também surgem com o envelhecimento. Além da naturalidade, que se contrapõe às temidas super correções, o produto pode ter efeitos perpetuados por até 4 anos!

Além disso, o preenchedor estimula a formação de novo colágeno. “A Sinclair levantou a bandeira da beleza responsável, pois acredita na resposta natural do nosso corpo. Por isso, os produtos do portfólio trabalham com estimulação de colágeno e estão livres de toxinas. No caso do Ellansé, por exemplo, a textura da pele só melhora com o passar do tempo graças ao PCL, o Polycaprolactone, que ao entrar no organismo, estimula a produção do colágeno”, finaliza Nardo.