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Grindr e Hornet: traficantes usam app's para vender drogas

Segundo matéria publicada pela UOL, em SP é comum encontrar perfis de traficantes no Grindr e Hornet vendendo drogas


Segundo matéria publicada pela UOL, nesta quarta-feira,15, traficantes estão utilizando cada vez mais aplicativos como Hornet e Grindr para a venda de drogas ilícitas. Os app's desenvolvidos para promover encontros entre pessoas do mesmo sexo ganharam essa nova "função" principalmente pelo fato de não possuírem filtro de pesquisa e nem confirmarem a identidade do usuário.

Os traficantes utilizam o serviço de geolocalização do Grindr e Hornet para agir em bares, boates, locais movimentados e até mesmo para fazer a entrega a potenciais clientes. Segundo a matéria é possível identificar os traficantes pela sigla no "nickname" que indica que droga ele vende: GHB para o ácido gama-hidroxibutirato, também conhecido como "boa noite, Cinderela"; TK para cocaína; e MD para a metanfetamina, entre outros tipos de entorpecentes.

Segundo fontes da UOL que preferiram não se identificar, o contato é direto. O cliente pergunta o valor, combina o encontro com o traficante que leva a droga ao local indicado. Em outros casos a negociação passa para o Whatsapp. 

Identificar esses criminosos não é tão simples como parece, além de só aparecerem no aplicativo quando estão por perto, os traficantes podem "sumir" do app mudando o nickname, a maioria deles não usa foto. Em nota, a empresa que administra o Hornet - sediada em Hong Kong - disse que vai implementar novas ferramentas para impedir que esse tipo de crime continue acontecendo em sua plataforma. A assessoria do Grindr não se manifestou.