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Imagens fortes: Ambulante é morto ao tentar defender travesti de ataque homofóbico

A polícia não descarta a possibilidade dos acusados serem integrantes de um grupo de intolerância a gays e outras minorias


A noite de natal no último dia 25 foi marcada pela morte trágica do vendedor ambulante,  Luís Carlos Ruas, de 53 anos que foi espancando e morto na Estação Pedro II do Metrô, na região do Brás, em São Paulo. As informações dão conta de que ele foi atacado por uma dupla de homens, depois de tentar defender uma travesti, que foi agredida e estava sendo perseguida pelos acusados.

As imagens das câmeras de segurança mostram o exato momento em que a travesti entra na estação de metrô fugindo dos agressores que surgem em seguida, inclusive um deles pula a catraca. Nas imagens seguintes os dois agressores derrubam e espancam brutalmente o vendedor ambulante, além de chutes na cabeça ele foi agredido com um soco inglês. Luís Carlos foi encaminhado ao pronto-socorro Vergueiro, mas não resistiu os ferimentos e morreu.



Agressores identificados

Os dois suspeitos de agredir a travesti e matar o vendedor ambulante, foram identificados. Com a ajuda das câmeras de segurança do metrô, a SSP-SP (Secretária de Segurança Pública), pediu a prisão temporária de Ricardo Martins do Nascimento, 21, e Alípio Rogério Belo dos Santos, 26. Eles são primos e foram reconhecidos por familiares nas imagens apresentadas pela polícia. Ambos responderão pela agressão a Luís Carlos e outras duas vítimas.

SSP-SP (Secretária de Segurança Pública), pediu a prisão temporária de Ricardo Martins do Nascimento, 21, e Alípio Rogério Belo dos Santos, 26


Motivo da agressão

Segundo testemunhas, os acusados estavam urinando na rua próxima ao metrô, quando a travesti, que é moradora de rua, pediu aos rapazes para não urinarem na calçada. Em seguida eles começaram a agredi-lá.
Fugindo para o metrô, ela foi perseguida, até a intervenção do vendedor ambulante que acabou sendo alvo do ódio dos acusados. A polícia não afasta a possibilidade dos agressores fazerem parte de grupos de intolerância.