Nova novela das 11 terá casal gay em pleno período imperial

Caio Blat interpreta André, um jovem confuso na descoberta da sua sexualidade em pleno século 19


Via: Universo AA

A Globo deu total liberdade criativa e Mario Teixeira parece ter aproveitado a oportunidade. O autor da nova novela das 11, Liberdade Liberdade, que estreia na próxima segunda, poderá ter um romance gay – em pleno Brasil Império.

Os pombinhos serão vividos por Caio Blat, que interpretará o jovem André, e por Ricardo Pereira na pele de Tolentino, de jeitão truculento. Na trama, André precisa lidar com as diferenças culturais que sente ao voltar de uma longa estadia em Portugal, além de questionar sua sexualidade em uma época na qual sodomia era crime.

Durante o desenrolar da história, André conhecerá e se aproximará de Tolentino, e é aí que o romance pode surgir, segundo Teixeira: “Eu quis falar sobre o homossexual no século 19, quase século 18 ainda, era um momento em que o Brasil era quase Idade Média. Então vou falar da relação que esse homem tinha com as pessoas ao redor dele, uma sensibilidade exacerbada numa realidade turbulenta e violenta”.

Ricardo Pereira será o truculento, Tolentino. O personagem irá se envolver com o jovem André em "Liberdade Liberdade"


Se esse romance proibido não te convenceu, talvez esse elenco de peso (e de beleza) convença. Thiago Lacerda, Mateus Solano, Rômulo Estrela, David Junior e o novato Vitor Thiré são só alguns dos gatos que estarão estampados nas telinhas nas nossas noites.

A novela vem aí e promete dar o que falar, né? Mario afirma que não tem medo de uma possível rejeição do público quanto a abordagem dos temas: “Eu quero contar uma boa história. Quero mostrar que as pessoas também gostam de sonhar não só por causa de escapismo, o sonho é necessário, sem o sonho a gente enlouquece”. Assim a gente espera!
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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.