O que teve de bom nesse Oscar 2015

Inhai little gueis!
Apenas editando esse post com o olho cerrado de sono, por motivos de ficar acordado até tarde assistindo ao Oscar pra depois vir falar os bapho pra vocês aqui.



Vamos começar pelo delícia do Neil Patrick Harris que apresentou a cerimônia e tentou ser engraçado, mas desistam, ele não segurou o babado por muito tempo. Para a nossa sorte quando todo mundo tava quase pegando no sono ele pow ~ aparece só de cueca no palco e carregando uma mala de viagem enorme.


A cena foi na verdade um referência ao filme "Birdman" que eu não sou obrigado a explicar aqui. Mas além de necudo e de ter uma bundinha de pastel, vale lembrar que o Neil é gay que nem a gente porém casado com o David Burkta. 
Bem, se eles curtirem um fuá a três. já podem vir mostrar a estatuetas aqui em casa [bem doida].

Teve também o show mais esperado da noite, a grande cantora de jazz Lei.de.Gaga. Isso mesmo, apesar das apresentações de Adam Cara.de.Gato Levine, Rita Ora, a maravilhosa Jennifer Hudson, e do meu marido negro John Legend com "Glory", era a Gaga que os gays estavam esperando. 

Cantando um medley de "The Hills Are Alive", "Favourite Things" e "Climb Every Mountain" do musical "A Noviça Rebelde", a gatinha deixou meio mundo de boca aberta com seu potencial vocal de agora cantora de jazz. 



Apesar dessa fase meio "convertida" estamos falando da Gaga e algum meme isso precisa gerar, então vamos lá. Mesmo com o vestido comportado durante a apresentação, foi no red carpet que a caricata chamou a atenção. Com um look super lindo Gaganás cagou tudo quando surge do nada com um par de luvas vermelhas. Daí foi só cruzar as pernas e esperar a internet fazer o resto:



Mas nem tudo nesse Oscar foi baixaria, teve momento sério para os gays também. Isso aconteceu quando Graham Moore levou o prêmio de melhor roteiro pelo filme  “O Jogo da Imitação”, que conta a história do matemático e gênio da modernidade Alan Turing que foi perseguido por ser gay [já falamos sobre ele aqui no blog].



Em seu discurso Moore, que é heterossexual, falou sobre como é difícil ser e se sentir diferente, direcionando indiretamente seu discurso a gays e pessoas vítimas de todo tipo de preconceito.

“Quando eu tinha 16 anos, eu tentei me matar. Eu me sentia estranho e diferente. E agora eu estou aqui”, disse Graham.“Eu queria que esse momento fosse para aquela criança que se sente diferente e esquisita. Fique esquisita, fique diferente. E quando for a sua vez de estar aqui no meu lugar, passe essa mesma mensagem pra próxima pessoa”, finalizou.

A gente sabe e concorda que o Oscar teve bastante coisa bacana e muita coisa tão importante quanto tudo isso que postamos aqui [ou não], mas resumindo, é sobre isso que os moços vão falar durante o resto da semana.
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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.