Aplicativos de pegação e a procura do príncipe encantado. Rola?!


Tenho certeza que a maioria dos que estão lendo esse post já conhecem os aplicativos de encontro mais usados entre os gays. Tenho ainda mais certeza de que devem usar muito para encontros, digamos assim, esporádicos. Que não saia daqui, mas uso e abuso deles também.

Mas há momentos que cansamos de encontros casuais e sem nenhum sentimento. E quando as nossas intenções de busca mudam, será que esses aplicativos continuam úteis? Da para achar alguém para um relacionamento serio nesses app's? Há quem diga que sim!

Ailton Amélio, psicólogo e autor do livro “O Mapa do Amo” (Editora Gente), afirmou em uma entrevista a coluna iGay, do portal iG, que recomenda o uso de aplicativos como Grindr e Scruff, mesmo o objetivo deles sendo os encontros sem compromisso. Segundo ele relacionamentos que a princípio não buscam envolvimentos afetivos, também podem dar origem a parcerias duradouras. Amélio afirma ainda que isso ocorre mais em relações entre os gays – ponto positivo pra gente.

A coluna foi atrás de saber se as suposições do psicólogo Ailton Amélio eram reais, e se alguém conseguiu achar a sua cara metade nos aplicativos. O portal conseguiu encontrar o caso do engenheiro Jesiel Lucena, 23, que após o fim de um namoro voltou aos encontros descompromissados dos aplicativos, mas acabou encontrando um novo amor.

A pergunta que não quer calar e volta a tona mais uma vez é se dá pra encontrar um namorado nos app's de pegação. Tem gente querendo algo sério no scruff, grinder, gayromeo, disponível e variáveis?!
Alguém aqui já conseguiu encontrar o seu love através de uma ferramentas dessas citadas? Conta pra gente [e aproveita e dá as dicas pra agarrar um homem, porque olha: tá difícil!]


Texto enviado pelo leitor Neto Almeida [que também é minha amigue tá?!]
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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.