Conheça os seis tipos de namorados que gays fatalmente encontrarão na vida


Seja gay ou seja sapata, não adianta. Por mais hispter que você queira parecer, por mais original que você ache que é sua vida, por mais descolado que você ache que é na hora de escolher namorado, fatalmente você acabar caindo em uma das seis armadilhas abaixo. A lista, feita pelo site She Wired, categoriza a maiores ciladas que gays vão cair (se já não caíram) em algum momento da vida. Já entrou num relacionamento com alguém desse tipo? Conta pra gente como foi nos comentários!

Seis gays que são um erro de namorar

O MAROMBEIRO. Para tudo, você conseguiu agarrar o cara dos seus sonhos. Ele é tão sarado que faz as mulheres ficarem com raiva porque ele é viado, e tão gostoso que faz os homens quererem ser viados para ficarem com ele. Ele é gato. Ele é perfeito. Ele é chato pra caralho.  Até as conversas do MC Catra parecem interessantes perto da patrulha que ele faz do próprio percentual de gordura, das explicações sobre qual suplemento tomar quando, e das histórias da família do crossfit. A preocupação dele com o próprio reflexo deixa Narciso no chinelo. Durante a transa, você não passa de um coadjuvante no espelho. Não há como competir, melhor partir para a próxima.

O MACHINHO. Por que não desenvolver seu interesse por esportes ou por mecânica? Um homem com uma furadeira na mão fica sempre tão bofe! Você não vê problema em ser o passivo o tempo todo, e é bom sair com alguém totalmente averso a qualquer clichê gay para variar. Mas, convenhamos, se você quisesse namorar um hétero, você procuraria um hétero de verdade. Pelo menos os héteros não vêm com raiva contra eles mesmos. Vamos procurar alguém sem homofobia internalizada?

O ENRUSTIDO. Dessa vez vai. Ele é sensível, divertido, e ótimo de cama. Como é possível que ele ainda estava solteiro? Ah, sim, é porque ele ainda está no armário. Ele leva a melhor amiga para se passar por namorada nos eventos de família, e não tem a menor intenção de te apresentar por qualquer título além de “amigo”. Quando vocês se telefonam durante o expediente, ele insiste em te chamar por pronomes femininos. E nem pense a chegar a menos de um metro de distância dele na rua! Pensando bem, melhor manter distância mesmo.

A VADIA. Não é segredo nenhum que você gosta de transar. Afinal, quem não gosta? Daí um dia você olha aquele gatinho no vestiário e faz um banheirão que ficará para sempre na história. E repete a dose em outro dia. Uma pegação no chuveiro em outra oportunidade. Uma rapidinha no seu apartamento depois do trabalho. Parece que ele não consegue ficar mais de 12 horas sem trepar – e não consegue mesmo. Seja com quem for. Você até conseguiria olhar pra ele com carinho não fosse a interrupção constante do Whatsapp dele, sempre recebendo uma foto de pau nova. Acordar juntos? Jamais. Futuro? Nenhum.

O BISSEXUAL. Você é um cara de mente aberta, sem preconceitos. Então por que não dar uma chance pro bi? Você não costuma ser muito ciumento. Mas é difícil se controlar quando ele cobiça qualquer coisa que se move. Tem um orifício e fez sombra? Tá valendo. Naquela festa libertária você até faz o esforço de beijar uma menina num ménage com ele… Mas tudo tem limite, e ir pra cama com a garota, você descobre, é o seu.

O FASHIONISTA. Parece que ele acabou de sair de um ensaio fotográfico: sobrancelha delineada com perfeição, figurino estiloso, acessórios modernosos. É dono de tumblr de sucesso. Tudo nele é tão lindo! Pena que nem tudo em você é lindo assim. Ele não deixa você usar um moletom em casa que seja, e aquele seu CD da Banda Eva ainda rende um olhar de desprezo mal disfarçado. Tentar acompanhar tanta tendência te deixa exausto. Não dá tempo de aprender sequer o nome das drogas que você toma com ele quando saem de balada. Qual é o problema de voltar pra casa às quatro da madrugada??? Que o segundo after-hours do fim-de-semana seja também o último.

Via: Lado Bi

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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.