Depois do primeiro episódio: O que podemos esperar de "Looking" a nova série gay da HBO



Enfim, na madrugada de hoje, 20, estreou aqui no Brasil a nova série gay da HBO "Looking", que já havíamos comentados sobre faz tempo.
Quando falamos em série gay a primeira coisa que pensamos é em "Queer As Folk", talvez o melhor seriado gay que já existiu, e as comparações com o que vem em seguida, como "Looking" são inevitáveis.

A atuação de Jonathan Groff pelo menos até agora não é nada de primoroso, o personagem soa tímido, meio nerd, meio pêssego mas nem tanto assim. A primeira cena é exatamente dele experimentando pela primeira vez uma pegação no parque, o que não é novidade para os gays, não fosse o fato dele ter 29 anos.


Uma linha tenta diferenciar os gays de 15, 20 anos atrás com os de agora, isso eles deixaram claro na série, mas sem apagar toda a sexualidade exacerbada que é viva na comunidade colorida.
Sexo não é problema, pelo visto ele existe sim, e é mostrado [com muito pudor], além de drogas e bebidas [muitas drogas e bebidas, pelo menos foi o que achei].

Nada de dramas de descoberta sexual, problemas dentro de casa e blá blá, os três personagens principais são adultos, tem suas vidas, moram juntos e seus dilemas são sentimentais, profissionais e as vezes sexuais, até encontros via web rola, coisa super comum.

O fato é que Michael Lannan, criador da série, tenta mesmo mostrar a vida gay atual, de certa forma realista, mas não apenas crua sem sentido. Já a promiscuidade [se é que ela existe] as vezes é mostrada de maneira negativa, outra hora tão natural quanto tomar um porre. O primeiro episódio não é quele que te prende de uma vez, o fato é esperar que as tramas apareçam e sejam realmente atraentes, o que até agora ainda não aconteceu.

PLUS: ME AMEM PELO RESTO DA VIDA

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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.