7 lendas urbanas sobre o sexo

Sexo é sexo e ponto final ~ é gostoso, é necessário e acreditem é cheio de mitos também. Nem todo mundo se sente livre para contar e comentar tudo que rola entre 4 paredes, e talvez seja esse o principal motivo da sexualidade humana ser repleta de lendas.

Hoje vamos conversar sobre algumas delas. Então deixa de besteira, para de vergonha, vem ler essa delícia com a gente, e não esquece de depois indicar o blog praza.migas.

1 – Depois dos 40 a vida acaba

Quem foi que disse que depois dos 40 não rola mais curtir a vida, o sexo e tudo mais que temos direito? E quando falo isso tô colocando de fora todo e qualquer estimulante sexual. Homens acima dos 40 sabem e conseguem sim dar um belo show na cama.  Eles podem aproveitar tanto quanto os mais jovens e, embora as atividades sejam menos intensas do que na juventude, eles ainda contam com a experiência a seu favor. O que interfere na verdade são alguns problemas de saúde relacionados à idade — como hipertensão, diabetes e obesidade —, que podem resultar em dificuldades nessa área.
Por favor, se tiver aqui algum moço que curta homens maduros aproveita e conta pra gente, porque os boatos dizem que com eles é mais gostoso.

2 – Sete segundos

Já ouviu aquela história de que os homens pensam em sexo uma vez a cada sete segundos? Então, um estudo apontou que esse intervalo de tempo é bem variável, e apenas 23% dos participantes admitiram fantasiar com frequência. Bem, melhor não descartar completamente a possibilidade de que os restantes 77% mentiram ou estavam ocupados demais para ficar checando o cronômetro!
Pessoalmente eu acredito que entre gays esse tempo é bem mais apertadinho, eu mesmo costumo pensar em sexo a todo momento ~ sim, os gays são mais safadinhos.

3 – Os casados se divertem menos

Esse papo de que as pessoas casadas se “divertem” menos foi desmentido em 2006 por um estudo realizado pela London School of Hygiene and Tropical Medicine, que, depois de avaliar dados levantados em 59 países, concluiu que eles são tão ativos quanto os solteiros. Claro o estudo apontou apenas casais heterossexuais, mas uma coisa óbvia é que quando rola desejo, cumplicidade e amor num relacionamento o sexo é bem mais frequente e acreditem, bem mais gostoso também [disse a voz da experiência].

4 – A idade do auge

Você já deve ter ouvido que os meninos chegam ao seu ápice sexual aos 18 anos, enquanto para as meninas  [isso vale para as sapatilhas] isso ocorre mais tarde, aos 28 anos. Esse mito veio do fato de que os níveis de testosterona nos homens alcançam seu pico por volta dessa idade, e esse é apenas um pequeno fator entre muitos outros relacionados com a performance sexual masculina. Já as mulheres nem contam com uma idade específica para alcançar esse suposto ápice.
Ou seja: hoje com vinte e poucos você ainda tão sexualmente ativo do que quando tinha 18. Até porque para ser sexualmente de alto nível não depende apenas da testosterona. Uma vida saudável e saber fazer o "negócio" ajudam bastante.

5 – Os jovens de hoje são mais precoces

Apesar de hoje em dia termos a impressão de que os jovens iniciam suas vidas sexuais mais cedo, um estudo realizado por pesquisadores britânicos apontou que, na verdade, assim como em gerações passadas, a atividade sexual geralmente começa — em média — entre as idades de 15 e 19 anos, sendo que as meninas começam mais cedo. Na verdade os jovens de hoje são apenas menos recatados [alguém gritou que no caso dos gays são mais pintosos também ~ achei ofensivo] do que os de antigamente. E então a gente acaba vendo sexo onde na verdade a única coisa que existe é liberdade.

6 -  O pênis tem vida própria 

Por mais controlados que sejam em suas vidas, os melhores “amiguinhos” dos homens têm vida própria, e nenhum rapaz é capaz de suprimir voluntariamente uma ereção. Isso é biologicamente impossível, o que fazemos as vezes é tentar desviar o foco da mente para tentar reverter a ereção, mas olha, pau duro quando acorda é um troço que nem reza.brava consegue baixar, a não ser que seja naturalmente.

7 – Promiscuidade e DSTs

Ao contrário do que muita — muita — gente pensa, a promiscuidade e a incidência de doenças sexualmente transmissíveis não andam necessariamente de mãos dadas. Tanto que um estudo surpreendeu uma equipe de pesquisadores britânicos, que esperava encontrar um maior índice de promíscuos na África, já que várias regiões do continente apresentam taxas de enfermidades de transmissão sexual altíssimas.

Contudo, os pesquisadores descobriram que, ao contrário do que esperavam, o número de pessoas que praticam sexo regularmente com múltiplos parceiros é muito maior nos países industrializados. O que isso nos diz? Primeiro que as pessoas são hipócritas, e segundo que hoje não podemos nunca — jamais — basear nossas escolhas em “achismos”, e que o uso de proteção é absolutamente indispensável.
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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.