Polêmicas: Descoberta rede de prostituição gay no Vaticano


Polêmicas fazem parte da vida de todo mundo né? Mas quando o assunto é relacionado a alguma grande personalidade, tipo o "representante de Deus na terra" a coisa fica bem mais complicada.

Na postagem "Bento XVI Largará o papado para viver com seu Secretário" fiz questão de ser o mais sutíl possível, aliás, tentei não ser tão expressivo no texto [como fui no título], o que não me isentou de ser criticado, mas por algum motivo a impressa a cada dia tem jogado mais e mais podres da igreja católica na mídia, repito, a imprensa [e não apenas eu].

Acredito que essa matéria vai sim gerar polêmica, mas pelo amor do santo Deus que vocês acreditam [inclusive os que vão me julgar ou talvez me chamar de imbecíl, como fizeram da outra vez] quem está dizendo isso não sou apenas eu, são grandes jornais do mundo e claro, baseado em fatos.

Cidade do Vaticano - O jornal italiano La Repubblica garantiu que Bento XVI decidiu renunciar após receber um informe ultrassecreto elaborado por três cardeais em que eles denunciam uma trama de corrupção, sexo e tráfico de influências no Vaticano.

De acordo com o impresso, em uma reportagem assinada pela jornalista Concita di Gregorio, o relatório que foi encomendado por Bento XVI a três cardeais no ano passado - o espanhol Julián Herranz, o eslovaco Jozef Tomko e o italiano Salvatore De Giorgi -, após vazamentos de documentos confidenciais em um escândalo que ficou conhecido como Vatileaks, revela um sistema de "chantagens" internas baseado em fraquezas sexuais e ambições pessoais.

O texto de 300 páginas que se refere a um "lobby gay" dentro do Vaticano, foi entregue em dezembro ao pontífice, segundo a jornalista que não esclarece como teve acesso ao documento.

"Fantasias, invenções, opiniões", assegurou o porta-voz do Vaticano, o padre Federico Lombardi, após advertir que não comentará a reportagem e que os cardeais envolvidos não aceitarão conceder entrevistas.

Com o título "Não fornicarás, nem roubarás, os mandamentos violados no informe que sacudiram o Papa", o jornal sustenta que o ancião cardeal espanhol Herranz, do Opus Dei, ilustrou ao Papa no dia 9 de outubro do ano passado os "assuntos mais escabrosos" do relatório, em particular a existência de uma "rede transversal unida pela orientação sexual".

"Pela primeira vez a palavra homossexualidade foi pronunciada no gabinete papal", escreve o impresso italiano.

La Repubblica sustenta que, durante oito meses, os cardeais interrogaram muitos prelados e laicos, dividindo-os por congregação e nacionalidade, e estabeleceram que existem vários grupos de pressão dentro do Vaticano, entre eles um sujeito a chantagem, a "impropriam influentiam" por sua homossexualidade.

Outro grupo é especializado em montar e desmontar carreiras dentro da hierarquia vaticana e outro ainda aproveita para usar recursos multimilionários para seus próprios interesses à sombra da cúpula de São Pedro através do Banco do Vaticano, segundo a publicação.

Em uma publicação especial, a revista Panorama defende que o documento será determinante para a eleição do sucessor de Bento XVI, em um artigo assinado por Ignazio Ingrado.

Para as duas publicações, o Papa se convenceu que um sucessor mais jovem, forte e enérgico é o melhor indicado para fazer uma limpeza na instituição milenária e por isso teria decidido deixar o Trono de Pedro no próximo dia 28 de fevereiro.
Via: EXAME
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Editor Blog Para Mocinhos

Thiago Silva - Estudante de jornalismo, 20 e poucos anos, curioso e extremamente gay além de editor e criador do Blog Para Mocinhos. Nos ouvidos um bom eletro pop e um pouco de indie rock, nos olhos um filme qualquer e uma boa companhia, e no coração alguma coisa que nem eu sei o que é ainda.