Designer cria aparelho que faz ciclista ouvir música pelos glúteos



O estudante de design Rodrigo Garcia Gonzalez criou uma forma diferente de se ouvir música enquanto se pedala.

O aparelho Wow é acoplado ao selim e transmite vibrações por meio dos ossos dos glúteos, que percorrem a coluna até os ouvidos.

Ele explica que a tecnologia transforma qualquer objeto em uma caixa de som e faz uma demonstração. Confira!

Via: BBC

Resumindo: agora dá pra minha filha ouvir música pelo cooh. Isso mesmo gatinha!
Você amiga nervosa que adora pedalar, agora já vai ter mais um estimulo para colocar a bike para trabalhar. Prepara aquele setlist boca.de.se.fuder com muito tribal.house.drag.music.bate.cabelo.version, senta na cela, aperta o play e vem ser linda com a gente.




Amor bandido! Homem rouba carteira para reencontrar companheiro na cadeia!


Você já amou alguém, certo?! E provavelmente, alguma vez na sua vida você tenha feito, ou vai fazer, uma loucura em nome do seu verdadeiro amor, não é mesmo?! Foi o caso do jovem Danilo Maurício Souza Ferreira, de apenas 19 anos. Com saudades do seu parceiro que conheceu na cadeia, Danilo resolveu cometer um crime para poder reencontrar o amado.

Ainda com o rosto cheio de lágrimas, o jovem revela o motivo do crime. “Deu saudade, amor. Muita saudade de quem você ama. Quero ele, só vivo com ele. Ele que eu amo, com ele que eu vou viver o resto da minha vida”, disse o presidiário, que há seis meses havia sido solto e há um ano mantinha o relacionamento na cadeia. “Só espero que ele esteja sozinho, como quando eu o deixei. Espera por mim que eu estou voltando. Estou com muita saudade. Beijinho, tchau, Danilo”, disse em um recado para o companheiro, condenado por tráfico e homicídio.

Segundo o próprio, ele nem se importou com o objeto do furto. “Eu mesmo entreguei as coisas para o dono. A bolsa está ali e a carteira ali. Eu só quero voltar para a cadeia”, confessou o assaltante. Perguntado o que faria se o seu companheiro estivesse em um outro relacionamento, ele dispara: “Mato os dois!”. O caso aconteceu em Dourados, cidade do Mato Grosso do Sul.

Via: Pheeno


* Deixando de lado as brincadeiras homofóbicas no vídeo e o tom meio "tosco" das perguntas, eu só posso dizer que tô aqui com o olho cheio de lágrimas. 
É trágico o contexto de uma forma geral, mas amor é isso aí, nasce das formas mais curiosas e faz alguns cometerem loucuras para não perderem aquela que pode ser a sua outra metade. 

EU DEPOIS DE EDITAR ESSE POST 


Adam Lambert solta indireta sobre cantores héteros que tentam "fisgar" o público gay



Migax, vem cá que o fuá tá grande no mundo da música.

Adam Lambert anda meio sumido do cenário mas a língua do moço continua ótima, obrigado. 
O cantor andou notando que tem muito cantor de música pop por aí que anda "fisgando" o público gay. E não demorou para Adam soltar uns "shades" babadeira no twitter.

Primeiro ele falou que achava interessante o número de cantores pop e héteros que nos últimos tempos estariam se "vendendo" para o público gay.  "Deveríamos estar lisonjeados ? Progresso ou estratégia?" finalizou o tweet.

Logo em seguida ele postou outra mensagem dizendo que não estava jogando indireta para ninguém [Aham Cláudia!], mas que achava melhor ver um cantor falar sobre sua música ao invés de falar sobre uma possível hétero, homo ou bissexualidade. "Quem se importa?", postou.


Não por um acaso nos últimos dias saíram algumas notícias sobre o astro teen Nick Jonas e várias aparições sem camisa e muita safadeza na divulgação do seu disco homônimo, vale citar também o Harry Styles do "One Direction" que numa entrevista recente disse que o sexo das pessoas com quem ele se relaciona não é algo importante.

Mas será que eles estão preocupados com a opinião do Sr. Lambert? Maybe!


Sábado é dia de Pré-Parada Gay em Fortaleza com show de Gaby Amarantos


Hello gueis, eu não morri!
Alguns dias sumido por motivos de que muita festa, pegação, putaria monografia. Sim gueis, para me formar preciso terminar esse fuá, mas não vim aqui falar dessa minha vida sofrida, na verdade, quero todos batendo palmas porque esse final de semana promete ser  "boca.de.se.fuder" e o motivo é simples: 15° PARADA PELA DIVERSIDADE SEXUAL DO CEARÁ

PRÉ-PARADA ~ 15  DE NOVEMBRO

O fervo já começou desde a quinta-feira com feiras, palestras, e atendimento aos gays aqui em Fortaleza, mas no sábado a bate cabelo é garantido. Acontece amanhã, sábado dia 15, na Praça do Ferreira das 17h às 23h a tão esperada "Pré-Parada", um série de shows e apresentações no dia anterior a parada gay. Esse ano a atração confirmada é a linda Gaby Amarantos, além de outras 13 atrações locais. Vai perder? A gente espera vocês lá viu?! 



PARADA PELA DIVERSIDADE ~ 16 DE NOVEMBRO

Já no domingo, dia 16, o fervo continua com a tão esperada "Parada Gay de Fortaleza", levando em conta que nessa linda cidade viado é o que não falta ~ vamos lacrar.
O babado acontece como de costume: concentração às 13h na Barraca do Joca, na Av. Beira Mar até as 15:30 quando rola a saída da concentração, e vamos todos juntos batendo cabelo até as proximidades do Aterro da Praia de Iracema.  A previsão é que a parada encerre às 22hs.

Esse abo o tema será "Chega de Impunidade! É hora de tornar crime a homofofia, transfobia e lesbofobia", e a organização do evento fica por conta do  Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB).

Entre o Orgulho e o Preconceito



sábado qualquer decidimos ir a uma boate aqui de Fortaleza, eu, um amigo de faculdade e um colega do Maranhão que estava na cidade. Era hora de dançar, beber e se divertir naquela que "dizem ser a boate mais bem frequentada da cidade". O que para mim é algo irrelevante.

Sobre os frequentadores da tal boate, um esteriótipo massivo, brancos, de classe média ou acima disso, roupas de grife, perfumes fortes e biotipo de corpos "perfeitos", moldados na academia, olhares blasé e uma "masculinidade" na maioria das vezes forçada. Foi quando olhei ao redor e pensei: para que isso?

É válido acreditar que as pessoas são diferentes, essa diversidade é mágica e encantadora, mas forçar um comportamento que não é o seu é doloroso, e nesse caso eu sentia pena, isso mesmo, pena de cada um deles. Foi quando meu amigo me contou que se sentiu intimidado quando resolveu finalmente extravasar na pista e dançar como se não houvesse amanhã: "Amigo, me senti péssimo agora. Quando eu estava dançando reparei que a maioria das pessoas me olhavam estranho. Será que fiz alguma coisa errada?".

Não, ele não tinha feito nada errado, apenas foi "gay" dentro de uma boate "gay", mas que claro, a maioria dos "gays" alí presentes fazem questão de esconder isso, e o pior, reprovam que não adere a mesma ideologia de vida heteronormatizada e se consideram superior a quem não segue essa "linha comportamental". Mais uma vez o sentimento de pena foi o que senti, pena de cada um deles.

Nada contra "barbies" de classe nobre [sim, estou me dando ao direito de estereotipar], mas se hoje elas podem se reunir em um local fechado, ouvir boa música e vomitar seus comportamentos no mínimo controversos, acredito que deve ser porque algum outro gay lutou por isso, e acredite, não foi uma barbie. Talvez tenha sido um gay de verdade, daqueles que não esconde a sexualidade de ninguém, que não tem medo de mostrar o que sente, de dar pinta, de se jogar na pista e dançar, e claro, de lutar pela igualdade. Enfim, gays tolerantes e que não cospem pré-conceitos entre sua própria classe. 

Bruno Miranda, o modelo delícia de "Amor e Sexo"



Eu sei que vocês são safadinhos e adoram aquele programa da Globo, um tal de "Amor e Sexo" ~ mas que só fala de sequiçu. Quem assiste com certeza já deve ter visto aquele modelo delícia que usa um maiô verde enterrado no edy, igual ao comediante americano Sacha Baron. 

O moço do maiô se chama Bruno Miranda, e deu um entrevista para o jornal EXTRA. Na matéria o moreno falou do assédio, tanto por parte das mulheres, quanto dos gays. 
“As pessoas me dão parabéns pelo bumbum. As mulheres costumam elogiar o corpo, dizem que sou um gato. Já os gays… já teve até quem dissesse ‘me engravida’, principalmente nas redes sociais”, contou. 

Integrante do "Amor e Sexo" desde a segunda temporada, o personagem de Bruno acabou se tornando fixo depois de agradar a todos com suas performances. Ele disse que não tem vergonha de usar o maiô e deixar o bumbum de fora; “Encaro como um personagem, dentro do programa eu faço o que for preciso, mas claro que não vou à praia assim”.

Agora fica ai com essa mix de fotos do moço, que olha, parece que gosta muito de viajar, afinal, tá sempre com a mala pronta ~ piadinha uó essa né? 







Segunda temporada de "Looking" já tem data de estreia


Atenção gayzinhas que assim como eu se apaixonaram por "Looking" e estão loucos esperando a estreia da segunda temporada. Pega a agenda e anota porque dia  11 de janeiro a série volta ao ar com episódios inéditos.

A HBO inclusive liberou um vídeo teaser sobre a estreia da segunda temporada, que terá mais dois episódios do que a primeira, totalizando 10 capítulos e um novo personagem regular foi confirmado para a trama, ele será interpretado por  Daniel Franzese. 

Relatório mostra os dez piores insultos que LGBTs ouvem no trabalho



Muito se discutiu nesta semana sobre a importância (ou não) de o CEO da Apple, Tim Cook, ter saído do armário. Mas um relatório mundial que mede o valor do respeito à diversidade no local de trabalho mostra que esse tipo de atitude pode contribuir muito para que atitudes tidas corriqueiras, mas que se revelam extremamente homofóbicas, parem de existir no ambiente corporativo.

O texto abaixo foi traduzido e adaptado do canal Gay Voices do Huffington Post.

Chamado de “LGBT Diversity: Show Me the Business Case“, o relatório mede o valor da diversidade no local de trabalho em termos de dólares e revela que as empresas que se preocupam em investir recursos para tornar os locais de trabalho mais acolhedores e confortáveis para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros podem aumentar sua produtividade ao reduzir as demissões de funcionários LGBT que se sentem desconfortáveis​​. As empresas têm cada vez mais visto isso de forma negativa, pois o custo para substituir trabalhadores é grande. No Reino Unido este é um grande problema assim como nos EUA. Como no Brasil não somos nem cidadãos direito, acredito que há muitos casos também.

Não é um “estilo de vida”; É uma vida

Nos Estados Unidos, por exemplo, o estudo constatou que 9% dos que responderam ao questionário informou que a eles foram recusados ​​bens ou serviços nos últimos 12 meses apenas porques foram percebidos como LGBTs.

Quase um em cada oito (12%) relatou ter sido assediado por um vizinho, enquanto 7% relataram violência física. Quatro em cada 10 entrevistados foram agredidos verbalmente pelo menos uma vez no ano passado por serem LGBTs.

E um em cada seis entrevistados (16%) foi assediado no trabalho. Para colocar isso em perspectiva, os EUA são o lar de mais de 15 milhões de pessoas LGBT, com mais de 10 milhões de pessoas que estão trabalhando em tempo integral. Pela pesquisa, isso totaliza quase 2,5 milhões de americanos LGBT sendo assediados no ambiente de trabalho só no ano passado.

Este tipo de agressão tem reduzido o número de pessoas que consideram que podem sair do armário. Segundo a consultoria de marketing Out Now, que conduziu os estudos, houve uma queda de 38% neste número.

E quando olhamos para alguns dos insultos que estão sendo feitos nos locais de trabalho nos EUA, listados abaixo, começamos a entender por que esse número tenha caído tanto. Foram deixados de fora da lista inúmeros exemplos de pessoas relatando o que eles viam como brincadeira “normal” no local de trabalho, como “isso é tão gay“. Foram listadas apenas dez das centenas de comentários feitos à pesquisa pelos entrevistados norte-americanos, que optaram por escrever - em suas próprias palavras - o que está acontecendo em seus locais de trabalho.

  • “Eu não posso colocar a sua esposa como dependente do seu plano de saúde porque o seu casamento não é ‘real’“
  • “É apenas uma escolha, e eu não apoio a sua escolha porque não é natural. Basta ser hetero como o resto de nós“
  • “Você não é raivosa o suficiente para ser uma lésbica: você não é como a outra menina que trabalha aqui“
  • “Eu gostaria apenas de reunir as pessoas como você e matá-los todos, ou torturá-los, só para rir da sua cara”
  • Pessoas como você não podem ser um cristãos, você é um pecador, mas eu te amo, apesar de suas escolhas“
  • “Agora você e a outra bicha podem colocar os seus namorados nos planos de saúde, assim quando você tiver aids, todos vocês estarão cobertos“
  • “Eu não gosto daquele tipo de gente com preferências sexuais ‘assustadoras'”
  • “Por favor, eu não quero ouvir os detalhes de seu estilo de vida“
  • “Esse paciente é gay e HIV +, por que não ele está em algum tipo de isolamento?”
  • “Você vai queimar nos portões do inferno por ser gay“

Trabalho duro e religião

O relatório mostra ainda que apenas 18% dos trabalhadores LGBT nos EUA concorda com a afirmação: “Este é um ambiente de trabalho totalmente livre de homofobia”.

E mostra ainda que uma das principais diferenças entre as amostras do Reino Unido e dos EUA na pesquisa é a maior menção de fator religioso entre os entrevistados americanos. Darren Cooper, consultor sênior da Out Now, que tem sede em Londres, disse que os novos resultados dos Estados Unidos surpreenderam.

“No Reino Unido, consideramos que a religião não tem lugar prático no trabalho“, diz Cooper. “Estas últimas descobertas do nosso estudo para os EUA mostram uma situação muito diferente para o Reino Unido. Nos EUA as pessoas se sentem muito menos capazes de interagir com todos os seus colegas de trabalho, são mais propensas a testemunharem observações anti-LGBT no trabalho e , preocupantemente, têm a pressão adicional de colegas usando a religião para justificar suas observações insultantes. Muitos destes tipos de observações causariam clamor se acontecessem em um local de trabalho do Reino Unido.”

Cooper cita apenas um exemplo da observação curta, mas poderosa feita a uma entrevistada lésbica: “Estou orando por você.” “Esse comentário é extremamente carregado de preconceito, uma vez que sugere que a pessoa que o proferiu é uma ‘boa’ pessoa e que a pessoa que ouviu é ‘má’ ou ‘errada’ de alguma maneira. Estes resultados mostram que há uma enorme quantidade de trabalho a se fazer a este respeito.”

As boas notícias

Nem tudo são más notícias, no entanto. Felizmente, alguns entrevistados - uma pequena minoria, deve-se admitir - fez comentários positivos sobre seus locais de trabalho. Eis algumas observações:

  • “Nossa gerente geral em treinamento é uma mulher lésbica orgulhosa e temos muitos, muitos colegas de trabalho LGBTs que são absolutamente aceitos, inclusive eu. Eu não sei sobre outros locais em minha empresa, mas eu sei que no meu setor eu sou um membro da família.“
  • “Eu trabalho para o Bank of America há 18 anos, eles são ótimos sobre este tema.“
  • “Todos na empresa em que trabalho têm como filosofia ‘viva e deixe viver’.“
  • “Geralmente são os novos funcionários que não sabem o que pensar sobre mim. Mas em geral eles se aproximam.“
  • “Um membro da equipe que é bissexual (mas não assumida) do meu trabalho recentemente foi intimidado por seus colegas. Eu, como supervisor, abri um processo de investigação e a equipe infratora será disciplinada, se não demitida.”
  • “Dos 60 funcionários que trabalham para a minha organização, 20 se identificam como LGBT. Posso dizer com certeza que não há um traço homofóbico nesta organização.”

Mesmo assim, em 29 Estados americanos, uma pessoa pode legalmente ser demitida por ser LGBT.

Via: LADOBI

Empacotador gatinho vira meme na web e vai para o sofá da Ellen DeGeneres



A internet é um mundo mágico mesmo, você pode ser linda, rica e famosa, mesmo sem ter um real no bolso, dá pra ser gostoso, másculo, enfim, o que você quiser. E claro, dá para destruir a vida das inimigas, jogar indireta e se você for uma pessoa realmente bonita, pode até ficar "famoso".

Aqui no Brasil já teve caso do presidiário gatinho, coveiro, prefeito e até padre,  agora nos últimos dias mais uma meme de pessoa bonita estourou no twitter. O adolescente americano Alex Lee ficou famoso depois que uma cliente do supermercado tirou uma foto dele e postou no twitter. 

O moço que trabalha como empacotador na rede de supermercados Target passou de 144 seguidores no twitter para 500 mil em pouquíssimo tempo, tudo graças a tag #AlexFromTarget. 

Convidado para o programa da Ellen DeGeneres o moço contou como reagiu ao "sucesso": “Trabalho na Target há três meses. Já tinha reparado que algumas pessoas tiravam fotos de mim, mas não sabia que eram assim tantas (...) Quando a minha chefe me mostrou a foto, pensei que fosse falsa. Depois fui ao Twitter e em apenas uma hora já tinha mais de 5 mil seguidores. Fiquei muito confuso. Antes tinha 144, agora tenho 500 mil”, explicou.

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