Música: Três CD's para você ouvir e curtir


E lá vamos para mais uma dica de CD's bacanas para vocês ouvirem durante a semana ~aliás, esses discos são exatamente o que eu tenho ouvido nos últimos dias, então espero que vocês curtam, mas se não gostarem ~ mell.cooh!
Lembrando que cada dica está devidamente linkada para o download do disco via torrent.
Beijos!



 Kiesza ~ “Sound of a Woman” 



Uma canadense que sabe fazer música gostosa e para pista, seu disco que deve ser lançado apenas no dia 21 de outubro, já caiu na web depois que ela liberou os áudios no youtube. A cantora, compositora e dançarina Kiesa Rae Ellestad, é uma das minhas apostas para o ano que vem, e tudo isso devido ao seu gostosíssimo disco. Meu primeiro contato com a música da moça foi em fevereiro, quando ela lançou seu primeiro clipe e só agora, o disco completo chegou. 

Numa pegada meio retrô com uma pegada e batidas dos anos 80 e 90 ela consegue fazer música com estilo, mas não daquele tipo algo super novo e estranho, é apenas música, boa para ouvir e dançar. Confirmada como uma das apresentações do Europe Music Awards na próxima quinta, a moça deve performar seu primeiro single "Hideaway", que inclusive vocês vão ouvir agora e amar [eu acho].





A gatinha foi uma das participantes do "The Voice" USA e lançou em maio desse ano seu EP "Dollhouse" com quatro músicas que realmente me encantaram. Conheci o som da moça depois que seu single “Carousel” entrou para a trilha sonora de  “American Horror Story: Freak Show” ~ já vou aviar que nem assisto porque morro de medo.

Com uma pegada visualmente doce Melanie tem atitude, e sua música é um pop meio "Katy Perry" mas sem todo aquele chiclete, com visual dark, batidas maduras e uma pegada que pode até lembrar a talentosíssima Natalia Kills. Sinceramente adorei a vibe "darkpop" que ela tem, e que realmente me conquista.

Além da música de qualidade a moça é visualmente diferente, posso até dizer "bizarro" e a gente sabe que música pop não se faz só para os ouvidos, é preciso ter estilo, e isso Melanie tem de sobra. 





Só para contar que nem só de música gringa se faz o meu MP4 tá gatinhas? Então vamos falar de música brasileira, boa e de qualidade. Tô falando dos lindos e talentosos da "Banda do Mar". Só de imaginar a união de  Marcelo Camelo [ex-Los Hermanos, que eu amo de paixão] e da linda da Mallu Magalhães [que até hoje em encanta com o disco "Pitanga"] com o super talentoso e Fred Ferreira, já era de se imaginar um disco no mínimo bom, e nesse caso veio fodástico.

Os três formam a "Banda do Mar" e no primeiro disco do trio, letras maravilhosas, com uma pegada mais dançante, porém igualmente gostosa e brasileira. Sempre digo que esse o tipo de CD perfeito para se ouvir na estrada, numa manhã de domingo rumo a praia.

Para quem não conhece o som deles ainda, fica aqui a dica. Já pode apertar o play, conferir o clipe do primeiro single e já ir batendo o pezinho, porque é isso que acontece quando você escuta essa música tão gostosa.

Dica de filme: TEST



Inhay pequenos mamíferos, voltamos com aquela seção que eu sei que vocês adoram, nossa "Dica de Filme", então já chama azamigues, coloca a pipoca na panela e se prepara porque hoje tem filme lindo, e cheio de magia.

Nossa dica é o filme "Test" de 2013. No longa o jovem Frankie (Scott Marlowe) é o dançarino substituto numa famosa companhia de dança de São Francisco, até que um dos dançarinos titulares adoece e Frankie é chamado para ocupar seu lugar. Rodeado por gays [a gente sabe que no mundo das artes nossa categoria reina] e em plena década de 80, e com a febre do HIV, surgem rumores de que o dançarino doente esteja infectado. Nesse período Frankie é ajudado pelo colega de companhia e também dançarino Todd (Matthew Risch). 

O filme consegue dosar bem o enredo mostrando a conquista de Frankie e seu medo por assumir um lugar na companhia de dança e seus dramas pessoais, inclusive o medo da AIDS que ronda a trama. Preconceito, homofobia e ignorância são tratados no filme de forma clara, e tudo isso dosado com cenas de dança super empolgantes. Calma, gente, isso aqui não é um filminho adolescente tipo "High School Musical".

"Test" é um filme esclarecedor, empolgante, que te prende pelo dramas e pela expectativa, além de esteticamente lindo. Não achem estranho se no final do longa você começar a refletir sobre HIV e a importância de se prevenir e ao mesmo tempo sentir uma vontade de sair dançando dentro de casa. Enfim, assistam! 




Não pagou a travesti e acabou apanhando nú, no meio da rua


O universo precisa aprender que travesti não é, nunca foi, e nunca será bagunça. Elas podem ter a doçura de uma mulher, porém com a esperteza de uma gay e a brutalidade de um homem.
Vejamos esse caso pitoresco, que aconteceu na Bahia, na última quinta-feira, 16, mais precisamente num posto de gasolina no bairro Pituba.

O cara foi fazer um programa com uma travesti e não pagou, pelo menos era o que a trava gritava, enquanto ameaça o cara, que estava completamente nú, com um pedaço de pau. No meio disso tudo ele acabou nú, encurralado dentro de uma loja de conveniências dentro do posto.


Strippers ficam em quarentena após sentarem perto de enfermeira com Ebola



Dois homens estão em quarentena voluntária após terem sentado perto da enfermeira Amber Vinson – que está internada com o vírus ebola em Dallas, no Texas – em um voo.

De acordo com o Gawker, Axl Goode e Taylor Cole terão que ficar em suas casas por 21 dias e permanecer a um metro de distância de qualquer pessoa com quem vivem. Goode ficou sabendo que Amber estava em seu voo por meio de seu pai, e imediatamente acionou o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças). Em um post no Facebook, ele contou a experiência completa.

Ambos disseram à CBS, via Skype, que ficaram chateados em saber que a enfermeira embarcou no voo mesmo estando com febre na ocasião. O CDC disse que sua temperatura era de 37,5 graus, e que ela só seria suspeita de portar o vírus se sua temperatura chegasse a 38,5.

Goode é escritor e modelo da Ellora’s Cave, editora por trás da série de novelas eróticas “Backdoor Teen Mom”. Ele e Cole, um colega autor, modelo e dançarino, estavam em Ohio para a convenção anual da editora, a “Romanticon”.

Ainda segundo o site, os dois pretendem respeitar a quarentena e ficar em casa, tendo suas temperaturas medidas duas vezes ao dia, como foram instruídos.

Serial killer de mulheres em Goiânia começou matando gays



O vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 26 anos, preso na terça-feira, 14, confessou à polícia ter cometido 39 homicídios. Procurado como um serial killer de jovens moças, ele disse em depoimento à polícia, na quinta, 16, que as primeiras vítimas foram gays.

O jovem Diego Martins Mendes, de apenas 16 anos, abordado na rodoviária foi sua primeira vítima. Tiago o escolheu por pensar que o rapaz fosse gay, o convenceu a ir a um matagal fazer sexo, mas, em vez disso, o esganou. O corpo nunca foi encontrado.

Depois de Diego, outros dois homens foram os próximos alvos do vigilante: um ex-colega de trabalho, morto a facadas, e um rapaz de olhos azuis, que novamente Tiago supôs que fosse gay e o matou esganado.

Seguiram-se os homicídios contra prostitutas e moradores de rua e só depois os de mulheres comuns, que o fez ser perseguido pela polícia.

As mortes, segundo o depoimento, tiveram um padrão: gays foram mortos esganados, prostitutas levaram facadas e tiros a cabeça, os sem-teto, tiros na cabeça, e as mulheres comuns e jovens foram mortas geralmente com tiros no peito.

Via: ParouTudo

Deborah Palhari abre o jogo sobre sua saída do Exatamentchy: "Sempre queriam me afastar de tudo"


FIATOOON SENTA QUE LÁ VEM  BABADO!

Em julho postamos aqui  sobre a saída da Deborah Palhari do grupo "Exatamentchy", até então a nota oficial do grupo dizia que não houve nenhuma briga entre os integrantes, mas não foi o suficiente para aplacar os rumores de desentendimento.

Mas onde há fumaça... há fogo, e num vídeo exclusivo para o nosso blog, Deborah Palhari resolveu cerca de três meses depois do acontecido, soltar o verbo e contar mais detalhes sobre os reais motivos da sua saída. Segundo ela, que é a dona do bordão que deu nome ao grupo, durante o período em que fez parte do "Exatamentchy" ela era excluída das apresentações: "Nunca faziam roteiro, nunca tinha participação de nada, sempre queriam me afastar de tudo" contou Deborah.


Alguns fans chegaram a comentar que após a saída de Deborah o projeto não teria a mesma graça de antes, e cerca de três meses depois do acontecido, o "Exatamentchy" já não tem a mesma força. Deborah também comentou sobre a sua carreira solo, seu projeto o #DemoroeNoix e sobre seu show, algo que tem investido bastante nos últimos meses. 

Apesar da carreira solo Deborah tem passado por episódios no mínimo estranhos em sua nova empreitada, além da dificuldade em se firmar no mercado alguns dos seus shows tem sido cancelados pelos contratantes. Entre os bastidores rola um burburinho de perseguição, mas a equipe do blog prefere acreditar que no meio das web celebridades brasileiras não existe esse tipo de coisa.


UPDATE E MAIS FUÁ

A coisa tá pegando fogo. Depois da publicação dessa matéria, Deborah resolveu postar um novo vídeo onde explica sua saída do "Exatamentchy", aliás, segundo ela, na verdade ela nunca fez parte daquele grupo. Dessa vez Deborah chama de "aproveitadores" os atuais integrantes e revela que recebia uma micharia pelas apresentações.

Bicha, aperta logo o play e vem ver assistir porque o babado tá sério.

Produtor de “Favela Gay” afirma que documentário sofreu preconceito para conseguir patrocínio




Cacá Diegues, renomado cineasta e produtor do filme “Favela Gay”, afirmou esta semana em entrevista, durante o Festival do Rio, que a produção sofreu preconceito na captação de recursos por abordar a temática LGBT. O documentário aborda a vida de gays, lésbicas e transexuais nas favelas cariocas, suas dificuldades e formas de expressão. O filme foi eleito e premiado como o melhor documentário segundo o júri popular.

“Teve a dificuldade básica que foi a falta de recursos para fazer. Porque poucos investidores acreditavam e tinham a coragem de entrar num filme com esse tema. São dois temas meio proibidos e difíceis. Como eu disse antes, são comunidades discriminadas. Mas tirando isso, a colaboração deles foi muito grande, das pessoas que fizeram o filme. E fizeram com muito amor, com muita devoção. E o resultado é excelente. Não podia querer melhor”, afirmou o cineasta. Favela gay é dirigido por Rodrigo Felha, de “5x Favela”.

“E esse filme é um filme de amor. É um filme de solidariedade, de fraternidade e sobre dois problemas que são muito sérios. A favela e ser gay hoje no Brasil é uma dificuldade grande”, afirmou Diegues. 

Brendan Jordan, o garoto divo da web e o meu direto de dar pinta


A internet pipocou na semana passada com o vídeo do norte americano Brendan Jordan, de apenas 15 aninhos, que deu um show de diva durante uma reportagem ao vivo na inauguração de um shopping de Las Vegas, nos EUA. Com caras e bocas, muita sensualidade e feminilidade ele mostrou o que é e como dar um belo "close", chamando todas as atenções exclusivamente para ele. 

"Eu apenas vi a câmera e fiz. Eu estava me imaginando como se eu fosse a Lady Gaga e que ninguém poderia me destruir", contou Brendan ao Today Show. Nem Patranya Bhoolsuwan, que fez a reportagem, ficou indiferente diante do garoto. "Amei esta pequena diva no #8NN [jornal das 8]. O vídeo ao vivo se tornou um viral nesta madrugada. @jordvnhaus, este é você? @CNN #Fierce", escreveu a jornalista em seu Twitter.

Ele, inclusive, nem tinha uma página do Twitter, que foi criada logo que seu nome começou a pipocar nas redes sociais. "Sim, eu sou um garoto. Sim, eu sou gay", diz a descrição em seu perfil, que ainda revela que Brendan é um little monster, ou seja, grande fã de Lady Gaga.

Isso poderia ser apenas o caso de mais um personagem que ganhou notoriedade com a web, mas ele é mais do que isso. Jordan é o retrato da próxima geração de gays que está vindo por ai. Bem mais seguros de sí eles dão pinta quando querem dar, demonstram seu afeto em público sim e não tem vergonha disso. Os gays machões que são contra o meu direito de dar pinta ~ APENAX O MEU SILÊNCIO PARA VOCÊS!

Não se trata de dar pinta ou não, mas de ter liberdade o suficiente para se expressar, andar, falar, e agir como eu realmente sou.  Enfim, que o mundo seja repleto de novos moços como esse, que são felizes, são gays e não negam isso para ninguém. Inclusive meu muito obrigado as divas, como Lady Gaga, que levam um discurso de aceitação, humanidade e claro pró gay. 



Nem gays, nem g0ys, são apenas "heteros" que curtem "heteros"

Imagem meramente Ilustrativa ~ Via Coitus Magazine

A insistência em criar termos e definições para nomear a sexualidade humana é algo realmente assustador. Se não tivéssemos heteros, gays, bissexuais ou coisas do tipo seriam todos apenas humanos certo?! Mas já que essas "nomenclaturas" existem vamos complicar as coisas.

Vejamos os casos dos héteros que curtem héteros, mas não são gay e nem g0ys [se você é uma pessoa pêssega que não sabe o que é um g0y, clique aqui, por favor ]. A bomba estourou depois da matéria publicada no "Campo Grande News" sobre uma tal festinha privê entre esses heteros, que vale salientar, ao contrários dos g0ys vão além do sexo oral ~ sim, rola penetração e tudo ~ mas nada que afete a heterossexualidade deles e nem seus relacionamentos com mulheres, afinal, dar o cooh para  outro homem não os torna menos heteros e nem mais gays. 

A tal festinha que aconteceu em um motel, reuniu em sua primeira edição cerca de 63 homens, a maioria deles tinha algum envolvimento com mulheres. Uma das regras da grupo é a aparência viril e máscula para não levantar suspeita ~ o que não é novidade para quem usa apps de pegação, gays homens desse tipo lá tem aos montes.

Vejamos alguns trechos da matéria: 

“É uma festa gay, de gay que não curte gay. Tem que ser gay hétero”, resume, em uma explicação meio confusa, o organizador, Rafael Alencar, de 26 anos. “Um amigo meu, que tem até namorada grávida, foi. Ele não se considera gay”, exemplifica.

Alguns se apresentam, no máximo, como bissexuais. As palavras gay e homossexual não agradam. “Soa afeminado”, justifica um jovem de 25 anos, que pediu anonimato. “Machos que curtem machos não aceitam esses nomes”, esclarece.

Não aceitam “esses nomes”, mas transam com pessoas do mesmo sexo. Não é, no mínimo, incoerente? Para ele, não. “Esse negócio de macho com macho é só para sexo e nada mais. É só diversão sem envolvimento afetivo”, defende.


Resumindo tudo em poucas palavras: É TUDO VIADO!

Como homem e gay que sou, aliás, somos, porque estou incluindo meus leitores também, não é novidade esse tipo de hetero que faz sexo com outro homem, a diferença é que agora eles se organizaram numa espécie de sindicato da  "passivo heterossexualidade homossexualizada". O discurso e a ideologia desses moços não é novidade alguma, e poderia até ser aceito, não fosse o fato dele ser heteronormatizado e carregado de preconceitos.

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